5 desafios comuns no gerenciamento de organizações globais

O beisebol, a mais americana de todas as instituições, recorreu ao mundo para encontrar talentos, expandir sua marca e introduzir seus negócios a novos consumidores. Seu sucesso internacional deve servir de lição para qualquer organização, nova ou antiga. Se sua empresa está buscando crescimento, expandir-se internacionalmente é o próximo passo natural.

A TMF Group, provedora global líder em serviços de alto valor, presente em mais de 80 países,  enumerou os cinco maiores desafios de gerenciamento enfrentados por organizações globais.

1. RH: Pessoas são valiosas e desafiadoras. Muitas empresas acham o recrutamento e o desenvolvimento de talentos no exterior difíceis de executar. Há diferenças culturais e linguísticas para se superar e você frequentemente não tem um time local grande o suficiente nas filiais. Identificar um programa de integração para colaboradores internacionais que funcione é um fator crítico para o sucesso.

Empresas com quadros globais de funcionários geralmente também têm que lidar com múltiplos sistemas de folha de pagamento e administração de RH. Não é de se surpreender que os líderes de RH tenham dificuldades para encontrar tempo para serem estratégicos.

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2. Impostos: A lista de países que introduziram o Imposto de Valor Agregado, que é coletado em cada estágio da produção, está crescendo; mais recentemente nos Emirados Árabes Unidos e outros estados do Golfo. Quanto mais vendas são feitas online e são completadas por terceiros, mais complexo fica o compliance para os negócios de e-commerce. É necessário saber as regras fiscais locais e ter um plano traçado para que os riscos de ter problemas sejam reduzidos.

Também estamos testemunhando uma nova era em termos de informações de relatórios fiscais. A globalização, mercados emergentes, maior transparência e aumento nas regulações estão transformando a estrutura fiscal global. Na busca pelo combate à evasão de impostos, os governos estão compartilhando informações sobre ativos e receitas de residentes, o que aumentou a carga de compliance para empresas.

3. Gestão de caixa: Empresas precisam estar preparadas para a era da moeda digital. Em países emergentes, a moeda digital se tornou fisicamente mais segura do que carregar ou armazenar dinheiro em espécie ou comprar ouro e prata. Ela torna transferências bancárias mais rápidas e baratas e permite que empresas menores tenham um engajamento melhor no e-commerce global. Trabalhar com um ou dois parceiros bancários globais ao invés de uma multidão de bancos de país em país tornará as coisas mais fáceis e eficientes.

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Tesoureiros ainda têm que lidar com moedas estrangeiras voláteis, assim como o compliance com regulações de “conheça seu cliente” anti-lavagem de dinheiro, que tornaram mais difíceis processos que antes pareciam simples, como abrir uma conta bancária no exterior.

4. Entrada em mercados: Quando se entra em um novo mercado, é sempre necessário ter conhecimento local. Como você faz esses contatos? Como evitar erros comuns? Quais são as melhores práticas? Com o tempo, você poderia pensar que a entrada em mercados se torna menos complicada, mas isso não acontece.

As barreiras para a entrada incluem a regulação governamental, previsão de custos de abertura da empresa, diferenciação do produto, acesso a fornecedores e distribuidores e resposta à concorrência. Mas a velocidade de inovação pode exigir um novo modelo de negócios ou uma nova abordagem de precificação e marketing. Identifique um expert primário e local para servir como guia para ter sucesso no lançamento de novas operações.

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Um bom primeiro passo para ter uma base de conhecimento do potencial do destino de expansão internacional de negócios é acessar uma variedade de recursos grátis e confiáveis, como esta biblioteca de perfis de países, que está disponível para negócios que desejem tomar o primeiro passo na direção de uma expansão informada e bem-sucedida.

5. Suporte em transações: O volume de fusões e aquisições globais está aumentando. Empresas e investidores têm grandes montantes de dinheiro e as taxas de juros continuam baixas. Mas as transações internacionais apresentam uma gama única de dificuldades que são determinadas pela escala e escopo geográfico do acordo. Os participantes na transação frequentemente vêm de diferentes cenários culturais e têm múltiplos requerimentos de línguas, objetivos estratégicos conflitantes e diferentes práticas de negócios. O reconhecimento antecipado destes obstáculos é fundamental. Seu “time de contratos” deve incluir a liderança interna adequada, advogados, consultores financeiros e experts locais que sejam capazes de trabalhar em harmonia uns com os outros.

Um ponto chave para fazer esses acordos funcionarem é conseguir uma transição correta logo de cara e integrar operações de maneira bem-sucedida. Uma vez que os acordos de transição de serviços expiram, você precisa ter as pessoas e sistemas certos à disposição para continuar operando.

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